Tríplice Viral Sarampo-Caxumba-Rubéola SCR

Tríplice Viral Sarampo-Caxumba-Rubéola

​Trata-se de vacina atenuada, contendo vírus vivos “enfraquecidos” do sarampo, da rubéola e da caxumba.

Contém também traços de proteína do ovo de galinha usado no processo de fabricação da vacina.

No Brasil, uma das vacinas utilizadas na rede pública contém traços de lactoalbumina (proteína do leite de vaca). A produzida pela rede privada não contém lactoalbumina, podendo ser utilizada a quem tem alergia a proteína do leite de vaca.

Via de aplicação — Subcutânea

​Indicações

Crianças, adolescentes e adultos.

Contraindicações

  • Gestantes, pessoas com comprometimento da imunidade por doença ou medicação, história de anafilaxia após aplicação de dose anterior da vacina ou a algum componente;
  • A maioria das crianças com história de reação anafilática a ovo não tem reações adversas à vacina e, mesmo quando a reação é grave, não há contraindicação ao uso da vacina tríplice viral. Foi demonstrado, em muitos estudos, que pessoas com alergia ao ovo, mesmo aquelas com alergia grave, têm risco insignificante de reações anafiláticas.
  • Teste cutâneo não é recomendado, pois não consegue prever se a reação acontecerá. No entanto, é recomendado que estas crianças, por precaução, sejam vacinadas em ambiente hospitalar ou outro que ofereça condições de atendimento de anafilaxia.

Esquema de doses

  • Para ser considerada protegida, todo indivíduo deve ter tomado duas doses na vida, com intervalo mínimo de um mês, independentemente da idade;
  • Para crianças, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam como rotina duas doses, uma aos 12 meses e a segunda quando a criança tiver entre 1 ano e 3 meses e 2 anos de idade, junto com a vacina varicela, podendo ser usadas as vacinas separadas (SCR e varicela) ou combinada (quádrupla viral: SCR-V);
  • Crianças mais velhas, adolescentes e adultos não vacinados: duas doses com intervalo de um a dois meses.​